quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Casa da Nani

Espaço multicultural Casa da Nani. Um lugar bucólico junto a natureza. Com toda rusticidade e beleza do simples.O lema é "Pode chegar que a casa é grande e é toda nossa!" Arte Cultura, Arte Terapia,Arte em todas às formas. Expressões diversas e liberdade de expressar sempre. Poesias, Exposições,Música, Leituras, dança, teatro. Com sua formação totalmente orgânica, proporciona o surgimento natural de cada evento. Saraus, Cirandas,Viradas, rodas de samba, retiros... Sempre contando com as mais puras energias e as mais inesquecíveis experiencias.

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Bolo de Chocolate Vegano

Ingredientes 2 1/2 xícaras (chá) de farinha de trigo 2 xícaras (chá) de açúcar 1/2 xícara (chá) de óleo vegetal 1 colher (sopa) de fermento em pó 2 colheres (sopa) de cacau em pó Essência de baunilha à gosto (opcional) Água o suficiente para deixar a massa homogenia Chocolate granulado  (sem vestígios de leite) Coco ralado (opcional) Cobertura 1 colher (sopa) de cacau em pó 1 colher (sopa) de creme vegetal 3 colheres (sopa) de açúcar 1 colher (sopa) de amido de milho dissolvido em 1/2 xícara de água 1 copo de água (se quiser mais calda, aumente a quantidade de água) Modo de preparo Bata todos os ingredientes menos o granulado e o coco. Pessoal eu geralmente bato a massa manualmente, mas podem bater tudo no liquidificador mesmo. Depois de ter batido bem unte uma forma e leve ao forno para assar de 15 a 20 minutos, o tempo varia de acordo com cada forno. Enquanto isso faça a cobertura, leve todos ingredientes ao fogo mexendo bem até desgrudar do fundo da panela. O amido de milho serve para dar uma engrossada na cobertura, se achar necessário dissolva mais amido na água fria para não empelotar e coloque na cobertura que está ao fogo. Deixe esfriar um pouco e depois coloque por cima do bolo já assado, polvilhe com chocolate granulado, e se quiser salpique coco ralado por cima, e está pronto.

VEGANISMO

Veganismo é o modo de vida que busca eliminar toda e qualquer forma de exploração animal, não apenas na alimentação, mas também no vestuário, em testes, na composição de produtos diversos, no trabalho, no entretenimento e no comércio. Veganos opõem-se, obviamente, à caça e à pesca, ao uso de animais em rituais religiosos, bem como a qualquer outro uso que se faça de animais. Veganos são, portanto, vegetarianos que excluem animais e derivados não apenas de sua dieta, mas também de outros aspectos de suas vidas. Esse modo de vida fundamenta-se ideologicamente no respeito aos direitos dos animais e pode ser praticado por pessoas de quaisquer credo, etnia, gênero ou preferência sexual. O veganismo não tem relação com crenças políticas nem com preferências musicais, nem deve ser associado a determinada cultura. Trata-se, portanto, de uma prática universal. Como praticar o veganismo Embora a abstenção de produtos e serviços derivados da exploração animal pareça resultar em um modo de vida bastante restritivo, a prática do veganismo é relativamente simples e fácil, especialmente nos grandes centros urbanos. Veganos são, primeiramente, vegetarianos. Isso significa que veganos jamais devem consumir alimentos que contenham a carne de nenhum animal (inclusive aves, peixes e invertebrados), ovos, leite, gelatina, mel, cochonilha ou outros ingredientes derivados de animais. A dificuldade maior em não consumir esses alimentos encontra-se no fato de que a maior parte dos produtos industrializados possui um ou mais deles em sua composição. No entanto, é importante que produtos que possuam tais ingredientes, ainda que em pequenas quantidades, sejam boicotados, optando-se por produtos que não os contenham em sua composição. Muitos vegetarianos optam por não consumir alimentos industrializados para, desta maneira, evitar o consumo de alimentos cuja composição não seja bem conhecida. Tal escolha é uma opção pessoal, não sendo tal prática inerente ao veganismo. Desde que isentos de ingredientes de origem animal, alimentos industrializados podem ser consumidos por vegetarianos. Veganos devem, sempre que possível, evitar a utilização de produtos testados em animais ou que possuam ingredientes de origem animal em sua composição. A experimentação animal é uma das formas mais cruéis de exploração animal, estando, no entanto, bastante difundida, sobretudo nos produtos farmacêuticos, de higiene e em cosméticos. Há, porém, diversas marcas e linhas de produtos que não utilizam elementos de origem animal e nem utilizam animais para testar seus produtos. Veganos também devem dar atenção ao vestuário. Sapatos e acessórios de couro, peles, seda, lã, penas e plumas são produtos oriundos da exploração animal. Há diversas opções no mercado que substituem com vantagens tais itens e não há como justificar a necessidade de continuar tal uso. De igual maneira, veganos jamais devem entreter-se às custas de animais. Animais não estão nos zoológicos e aquários por opção; eles não realizam performances em circos porque assim o querem, nem pulam em rodeios porque consideram isso divertido. É óbvio que esses animais são coagidos a participar desses "espetáculos" torpes. Não há como considerar touradas, corridas de animais, rinhas, vaquejadas, cavalhadas, caça, pesca e outras formas de tortura como sendo esportes ou manifestações culturais. Elas são, isso sim, demonstrações grosseiras e cruéis da dominação humana sobre outras espécies. Embora veganos possam tutelar animais, deve haver toda uma ética em relação à aquisição dos mesmos. Animais jamais devem ser adquiridos mediante transação comercial, permuta ou escambo, nem devem provir de ninhadas produzidas intencionalmente com o objetivo de venda dos filhotes. Salvo algumas exceções, veganos geralmente adotam animais abandonados, preferindo animais sem raça definida e com menores chances de serem adotados por outros tutores. Veganos devem opor-se, igualmente, a todas as outras formas de exploração animal. Os veganos são radicais? Em um certo sentido todas as pessoas do mundo são radicais. A maioria de nós é radicalmente contra a violência, radicalmente contra o abuso infantil, a injustiça... Não há nada de errado em ser radical em questões que julgamos justas. O contrário de ser radical é ser moderado. Mas será que é sempre certo sermos moderados? Que imagem devemos ter de uma pessoa que tenha uma visão permissiva em relação a questões como a escravidão, o estupro e tantas outras? Sim, veganos são radicais porque não aceitam de forma alguma a exploração animal, assim como não aceitam de forma alguma a exploração humana. Não aceitar significa fazer algo a respeito, mesmo que isso signifique questionar o modo de vida que estamos acostumados a ter. De que forma o veganismo atua em defesa dos animais? Todo sistema produtivo está sujeito às leis de mercado, inclusive os sistemas que envolvem a exploração animal. A cadeia produtiva que envolve esta inclui o produtor ou criador, o transportador, o processador ou abatedor, o distribuidor, o comerciante e o consumidor. Todos esses são elos importantes da cadeia de exploração animal e a falta de quaisquer desses elos compromete todo o funcionamento do sistema. Pode-se dizer que uma pessoa que participe dessa cadeia apenas como consumidor é tão responsável pela morte do animal quanto, por exemplo, o abatedor, pois se trata de um sistema de exploração cíclico e interdependente. Como em qualquer crime, há a mão que desfere o golpe, mas tão responsável quanto quem o desferiu é a mão que paga por ele. Se ninguém comprasse carne, leite e ovos não haveria quem os vendesse. Não haveria interesse por sua produção, seu transporte e sua comercialização. A proposta principal do veganismo consiste em atuar como uma força de mercado. Veganos efetivamente impedem que mais animais continuem a ser explorados quando boicotam produtos de origem animal, que tenham sido testados em animais ou que de alguma forma derivem ou resultem de exploração animal. E maior será essa força de mercado quanto maior for o número de veganos efetivamente atuando nesse boicote. Por esse motivo há a necessidade de divulgação do veganismo para o maior número de pessoas possível. O objetivo do veganismo é pôr fim à exploração animal. O que eu posso fazer? O primeiro passo para trilharmos o caminho do veganismo e dos direitos dos animais é tornarmos a nós mesmos veganos, adotando esse modo de vida. Em muitos lugares encontraremos pessoas que dizem respeitar os direitos dos animais, mas se elas mesmas não se tornaram veganas elas não podem dizer que estão efetivamente defendendo os direitos dos animais. O veganismo é o primeiro e não o último passo a ser dado. Esse importante passo só pode ser dado concomitante com a educação. Apenas educando-nos podemos adotar um veganismo consciente. O veganismo sem consciência nada mais é do que uma fase efêmera da vida. A educação também propicia que nos pronunciemos com propriedade sobre determinado assunto. O segundo passo é tornarmo-nos difusores desse modo de vida. O veganismo deve ser sempre difundido por meio da educação e jamais por campanhas violentas, coercivas ou de mau gosto. As informações transmitidas ao público devem ser sempre confiáveis e bem fundamentadas, pois o veganismo deve ser algo atraente e não repulsivo, deve ser abrangente e não limitador.

quarta-feira, 30 de julho de 2014

NOVIDADES

Atendimentos apartir de 4/8/14 em Clínica Oasis em Planaltina DF. Atendimentos estéticos Faciais e corporais , e Terapias orientais( Shiatsu ,Doin, Ayurvedica Abhyanga com Shyrodara , Pindas Chinesas ,Thai yoga Massagem , Reflexologia Podal )

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Pindas Chinesas

Constituem o método milenar de massagem à base de plantas e óleos com múltiplas funções.Quem diria, mas pequenas trouxinhas de tecido repletas de ervas medicinais e produtos vegetais terapêuticos podem ser o segredo de um relaxamento profundo, resultado do equilíbrio da energia interior e de uma irresistível sensação de bem-estar. Como se não bastasse, a técnica de origem asiática, purifica, hidrata, nutre a pele, tranqüiliza o sistema nervoso, além de depurar e desbloquear o sistema linfático. Durante o outono e inverno essa terapia constitui uma forma saudável e 100% natural de equilibrar o sistema respiratório, liberando fadiga associada aos resfriados, sinusites, bronquites, constipações e estados de obstrução de vias respiratórias. As pindas chinesas são indicadas ainda para pessoas asmáticas e para proteção e desintoxicação do sistema respiratório dos fumantes. Sua aplicação, com óleos essenciais aquecidos, equilibram a energia do corpo induzindo ao descanso e combatendo o stress do dia-a-dia. O método ainda ativa a circulação sanguínea, drena as toxinas e previne contra o envelhecimento. Pessoas com problemas de retenção de líquidos, obesidade, celulite, TPM, insônia, dores musculares e fibromialgia também podem recorrer às pindas. Além disso, as trouxinhas ajudam a reforçar as defesas imunológicas do organismo.

domingo, 9 de março de 2014

Peelings químicos

Os efeitos dos ácidos sobre a pele podem aparecer mais rapidamente quando utilizados em alta concentração para a realização dos peelings químicos. Os peelings são procedimentos médicos, e apenas médicos estão habilitados para fazê-los, pois em mãos inábeis podem trazer resultados desastrosos. Nestes procedimentos, podem ser utilizados diversos tipos de ácidos de acordo com o resultado que se deseja obter e com a profundidade que se deseja atingir. Os peelings químicos podem ser superficiais, médios e profundos. Os resultados são mais aparentes quanto mais profundos, assim como aumentam também os riscos e o desconforto durante o peeling e no pós-peeling. O peeling profundo só pode ser realizado sob sedação, devido à dor durante o procedimento, enquanto que alguns peelings superficiais são completamente indolores. Bons resultados podem ser obtidos com vários peelings superficiais seriados, realizados a pequenos intervalos. A descamação subsequente costuma ser fina e não chega a atrapalhar o dia a dia, podendo a pessoa voltar à sua vida normal no dia seguinte. Os peelings superficiais melhoram a textura da pele, clareiam manchas e atenuam rugas finas, além de estimular a renovação do colágeno que dá melhor firmeza à pele. Peelings químicos superficiais: antes e depois   Já os peelings médios, provocam descamação mais espessa e escura, necessitando de 7 a 15 dias para retorno à vida normal, porém são mais indicados quando a pele já apresenta asperezas como as ceratoses (lesões pré-cancerosas) e rugas mais pronunciadas. Os peelings médios renovam a camada superficial da pele, clareando manchas e alterações de superfície da pele, como rugas, algumas cicatrizes de acne e as ceratoses. O peeling profundo é bem mais agressivo que os demais, provoca a formação de muitas crostas e o pós-peeling exige o uso de curativos e a recuperação pode durar até um mês. No entanto os resultados são muito bons, com renovação importante da pele e diminuição até mesmo de rugas profundas como as rugas ao redor da boca e dos olhos. Novas técnicas, como a aplicação pontuada do peeling de fenol , visam a diminuir os possíveis efeitos colaterais e o tempo de recuperação após o peeling. Cuidados antes e depois dos peelings Para se realizar um peeling químico, a pele deve ser preparada previamente com antecedência de 15 a 30 dias e também receber um tratamento pós-peeling. Estes cuidados permitem a obtenção de melhores resultados, além de ajudar a evitar possíveis efeitos indesejáveis dos peelings, como pigmentação pós-peeling ou queimaduras, que podem acontecer mesmo quando todos os cuidados são tomados. Por isso, os peelings só devem ser realizados por médicos capacitados para o uso das técnicas e que estejam aptos a resolver qualquer problema que possa se apresentar em decorrência do tratamento.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

THAI YOGA

O que é a Thai Yoga Massage Therapy? Considerada uma das mais completas terapias aplicadas ao corpo humano, a Thai Yoga Massage Therapy, tem origem milenar. A história registra seu surgimento há mais de 2500 anos, na Índia, onde é conhecida como Nuad Borarn (Massagem Antiga). A terapia, criada pelo médico Dr Jivaka Kumar Bhaccha (Dr Jivago), caracteriza-se pela combinação de vários sistemas em uma só sessão, fazendo uso de uma habilidade sem igual ao alongar os músculos mais importantes, aplicando manipulações e torções suaves, exercícios da massagem ayurvédica, do yoga passivo e meditação, desbloqueando as energias estagnadas, com uma harmoniosa seqüência de 100 a 200 alongamentos, fazendo com que o cliente alcance os benefícios com mais facilidade do que qualquer outra técnica, constituindo-se num complexo e poderoso tratamento terapêutico, diminuindo a dor crônica, aumentando a flexibilidade, melhorando a postura, estimulando a circulação do sangue e reequilibrando o fluxo de energia prana. Ou, simplesmente, pode ser aplicada para aliviar o cansaço físico e mental, diminuir o stress e a tensão do dia a dia, relaxar e promover bem estar, aumento da disposição e melhor rendimento em todas as atividades diárias.  *Dados históricos:* A Thai Yoga Massage Therapy, ou Thai Massagem, ou Massagem Medicinal Tailandesa, mostra sua presença na história, na Índia no século VI A.C, no Asham de Buda, portanto, com grande influência da filosofia Budista, reproduzindo atitudes de zelo, cuidados, compaixão e respeito ao ser humano. A história registra que o mestre Buda era um dos maiores adeptos da Thai Yoga Massagem e recebia sessões com grande frequência. Por essa razão o Dr Jivaka, era o médico de Buda e reconhecido como o pai da Massagem Tradicional Tailandesa. Como, no decorrer de muitos séculos, ainda não existiam registros escritos do Nuad Borarn, os ensinamentos teóricos e toda a prática, eram transmitidos de mestre para discípulo, oralmente. A história, entretanto, resgatou esses ensinamentos, através de discípulos e também, por meio dos registros encontrados em folhas de palmeira. Graças a isso, a Thai sobrevive e é utilizada de modo tão eficiente e tão eficaz, nos tempos atuais.    No Brasil, a Thai Yoga Massage Therapy - Massagem Medicinal Tailandesa ou Massagem Tradicional Tailandesa, começou a ser conhecida no seu mais completo e perfeito sistema existente, por meio do mestre CARLOS COIMBRA. CARLOS COIMBRA, um brasileiro, um ser humano brilhante, espiritualizado e identificado com causas nobres em favor da vida e do bem-estar, teve contato com conhecimentos milenares na Tailândia e trouxe até nós, após anos de dedicação, estudo e treinamentos, o que temos, hoje, de mais precioso em termos de técnica ou terapia para cuidados com o ser humano: a Thai Massagem. Ele é autor, Palestrante em Congressos, Professor, Pesquisador e Terapeuta, Carlos Coimbra estudou com os melhores mestres dos Estados Unidos e Tailândia. É um dos pioneiros da técnica no Brasil e um dos mais renomados professores América do Sul. Há mais de 15 anos, faz atendimentos e realiza cursos de formação em Thai Yoga Massagem no Brasil e Exterior. Viveu em San Diego,CA. Foi professor assistente do Mestre Saul David Raye numa das melhores escolas de Thai Yoga Therapy dos Estados Unidos - The White Lótus Foundation em Santa Bárbara Califórnia - USA. Por esta razão, está aqui constando em nossa página, o merecido destaque a esta pessoa que está contribuindo e ainda irá contribuir em muito para a propagação de um sistema tão eficiente e eficaz, aplicado ao ser humano: a Thai Yoga Massage Therapy. Obrigado mestre e amigo por tudo! Mais informações acesse: www.thaimassagem.com.br