terça-feira, 30 de agosto de 2011

Iogaterapia para corpo e mente

Ioga contra depressão e ansiedade


A ciência comprova: a ioga é uma aliada no tratamento da ansiedade e da depressão.

A descoberta é de um dos maiores e mais importantes centros de pesquisa do mundo, a Universidade de Boston, nos Estados Unidos. E confirma de forma cabal o efeito ansiolítico da ioga. É que as posturas dessa prática, que une alongamento e meditação, agem diretamente no sistema nervoso central, trazendo calma e relaxamento. Por isso, sugere o estudo, merece figurar entre os mais eficientes métodos alternativos contra a depressão e os distúrbios de ansiedade.

Os adeptos da ioga conhecem e propalam esses benefícios aos quatro ventos. Só que pela primeira vez os cientistas relacionaram a prática ao aumento no cérebro dos níveis do ácido gama-aminobutírico, ou GABA, na sigla em inglês, um neurotransmissor que diminui os estímulos nervosos e relaxa as células ali na massa cinzenta. Pessoas com depressão apresentam uma drástica redução na quantidade de GABA, disse ! Chris Streeter, chefe do trabalho americano.

Os pesquisadores compararam pacientes que fizeram as posturas durante uma hora com gente que passou o mesmo período lendo um livro. Logo depois, com a ajuda de exames de ressonância magnética, analisaram o teor de GABA no cérebro dos praticantes. Houve um aumento de 27% depois da sessão, enquanto que nenhuma alteração foi encontrada nos indivíduos do grupo de leitura. "Esse trabalho prova que a prática ajuda a regular os níveis da substância, assim como as drogas, mas sem efeitos colaterais", ressalta Streeter, que é professor de neurologia e psiquiatria.

Um trabalho feito no Brasil pela psicóloga Juliene Azevedo Oliveira na Universidade Católica de Brasília mostra que os resultados são ainda melhores quando se alia o método a sessões de psicoterapia. Durante seis meses a especialista analisou 32 mulheres que foram divididas em três turmas. Na primeira as voluntárias só fizeram ioga. Na segunda, psicoterapia e, na terceira, ambas.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Yoga para Idosos


Os efeitos da prática do yoga sobre a capacidade física e autonomia funcional em idosas



Esta pesquisa teve como objetivo verificar os níveis de flexibilidade, força muscular isométrica submáxima, equilíbrio e os índices de autonomia funcional em um grupo de senescentes sedentárias e aparentemente saudáveis que iniciaram a prática de Yoga da linha Hatha por um período de três meses. A amostra foi composta por 30 gerontes com 64,52 ± 3,78 anos em duas academias no Rio de Janeiro. Foram utilizados uma bateria de testes de autonomia funcional (C10m; TUG; LPS e LPDV) e testes específicos para idosos, objetivando verificar os níveis de força, flexibilidade e equilíbrio. Através dos resultados foi realizada uma análise e, através dessa análise, foi verificado que a prática do Yoga promoveu, significativamente, a melhoria das qualidades físicas citadas e da autonomia funcional. Concluiu-se, então, que o Yoga pode ser considerado uma prática física alternativa, que promove a saúde e a qualidade de vida em idosos.

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sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Cravos

Cravos: é possível prevenir!

 Evitar os pontinhos pretos que insistem em marcar seu rosto é praticamente impossível, afinal não dá para frear a oleosidade natural da pele e, menos ainda, encapar o rosto e protegê-lo da poluição os dois fatores que desencadeiam o surgimentos dos cravos.

Mas não é por isso que você precisa passar o tempo todo com o rosto pintado. Alguns cuidados caseiros são suficientes para remover os pontos ainda que, a longo prazo, não substituam uma limpeza de pele.

Tônicos e produtos adstringentes oferecem ótimos resultados, assim como sabonetes de ação profunda. Só tome cuidado para não usar produtos inadequados para o seu tipo de pele. Eles podem ressecar demais o rosto, levando o organismo a produzir ainda mais sebo e, conseqüentemente, favorecendo o aparecimento dos cravos e até de espinhas. No caso das mulheres, dormir maquiada também é fatal: os cosméticos entopem os poros, e o rosto rapidamente enche-se de pontos pretos.

DRENAGEM LINFÁTICA

DRENAGEM LINFÁTICA

Dr. Emil Vodder
Toda drenagem linfática baseia-se no método Vodder, pois foi ele o primeiro que ousou tocar em gânglios linfáticos, caso impensável antes dele. Sabia-se muito pouco sobre a dinâmica do transporte linfático e a manipulação dos gânglios era completamente tabu.
Vodder publicou seu primeiro trabalho em 1936 por ocasião de uma exposição de saúde “Santé e Beauté” em Paris (1).

O primeiro grupo de profissionais a interessar-se pela drenagem linfática de Vodder não foi o dos fisioterapeutas, nem o dos médicos. As palestras de Vodder chamaram a atenção das esteticistas que viram no método um meio para potencializar seus tratamentos estéticos. Provavelmente porque as esteticistas tinham menos preconceitos e mais intuição. Entre elas se destacaram a Sra. Götze, Sra. Bartetzko-Asdonk, Sra. Schenk e outras. Alguns massagistas aderiram também ao método, por exemplo, Wittlinger, que é um dos fundadores da Dr. Vodder Schule in Walchsee na Áustria (Escola de Drenagem Linfática autorizada por Dr. Vodder) e Karling (2).
Somente em 1963, 27 anos depois, o trabalho de Vodder chamou a atenção de um médico, Dr. Johannes Asdonk (3). Logo em seguida Prof. Dr. M. Földi estudou as vias linfáticas da cabeça e da nuca e suas interligações com o líquor cérebro-espinhal (4). Prof. Dr. H. Mislin examinou os mecanismos da motricidade dos capilares e dos vasos linfáticos (5). Mais tarde se juntaram cientistas renomados como Prof. Dr. Kuhnke, Dr. Gregl, Dr. Schoberth, Dr. Collard, Dr. Clodius, Dr. Schneider e muitos outros (6) para defender os méritos da drenagem linfática através de trabalhos científicos. Este mutirão científico conseguiu transfomar a drenagem linfática de Dr. Emil Vodder de uma manipulação alternativa esquisita em um método comprovado pela ciência e reconhecido pela medicina.
O maior mérito deste feito cabe ao Prof. Dr. Johannes Asdonk. Ele não somente comprovou estatisticamente os resultados da drenagem linfática, mas também explicou cientificamente o porquê dos resultados. Ele conseguiu unir a prática de Dr. Vodder e seus discípulos com a ciência dos pesquisadores. Dr.Vodder era uma pessoa de intelligência rara, calmo e bondoso, mas realmente não era um guerreiro. Foi por uma feliz coincidência que Dr. Asdonk se interessou e levantou a bandeira da drenagem linfática manual. Sem a junção destes dois homens extraordinários, cada um do seu jeito, a drenagem de Dr. Vodder nunca teria deslanchado.
Em 1966 foi fundada a “Gesellschaft für manuelle Lymphdrainage nach Dr. Vodder” (Sociedade para drenagem linfática manual pelo método Vodder), que passou a chamar-se “Deutsche Gesellschaft für Lymphologie” (Sociedade Alemã de Linfologia) a partir de 1976. Em 1978 houve o “1º Kongress International der Gesellschaft für Lymphologie” (1º Congresso internacional da Sociedade de Linfologie) em Innsbruck, Áustria, no qual eu estava presente.
Dr. Vodder abriu pessoalmente os trabalhos do Congresso com uma retrospectiva sobre o desenvolvimento do seu método. Ele chamou sua primeira intuição da drenagem linfática de “visionária”, pois o que ele fez contrariava completamente todos os ensinamentos da época relativos aos gânglios linfáticos. “Por meio da razão, jamais conseguiria desenvolver a drenagem linfática manual” disse ele (7).
Prof. Albert Leduc
No ano 1977, a convite da FEBECO, desembarcou no Brasil o Prof. Leduc para dar um curso de drenagem linfática manual no Hotel Everest em Rio de Janeiro para esteticistas. Quem reuniu o grupo foi Mdme Klotz, na época presidente da FEBECO, posteriormente transformada em Associação de Estética do Rio de Janeiro.

Eu, Waldtraud Ritter Winter, esteticista, aprendi a drenagem linfática manual pelas mãos de Dr. Emil Vodder e sua mulher Estrid em Wiesbaden, Alemanha, no ano de 1969. Participei do curso no Rio para refrescar algumas questões e tirar algumas duvidas. Prof. Leduc, como eu ouvi da sua própria boca, era aluno de Dr. Vodder. Ele fez o curso depois de mim, provavelmente em 1970. O Curso que ele deu em 1977 no Rio tinha o título Drenagem linfática manual pelo método Vodder. Prof. Leduc era colaborador do Prof. Dr. Collard de Bruxelas. Dr. Collard já foi mencionado anteriormente como integrante do grupo dos cientistas em torno de Prof. Dr. Asdonk, o desbravador da drenagem de Vodder.
Durante o curso em Rio de Janeiro Prof. Leduc ensinou as manobras da drenagem exatamente como eu havia aprendido, portanto, pelo método Vodder.
No ano de 2001 fiz um outro curso de drenagem linfática com Prof. Leduc em São Paulo, desta vez, pelo método Leduc. Em vez de aprender alguma coisa inédita e nova sobre drenagem pude constatar que era simplesmente o método Vodder terrivelmente empobrecido. Vodder era detalhista, tratava todas as articulações minuciosamente, pois como fisioterapeuta ele conhecia os muitos problemas das pessoas idosas com estas partes do corpo. O livro de Leduc, Drenagem Linfática, Teoria e Prática, lançado em 2001 pela Editora Manole, tradução em Português, não traz nenhuma menção sobre a drenagem das articulações.
A parte teórica do livro Leduc mostra esquemas sobre o equilíbrio das pressões e a repercussão das pressões da drenagem linfática sobre a rede sanguínea, ambos conforme Kuhnke, citado na bibliografia. Kuhnke pertenceu ao ciclo cientifico em torno de Vodder, Leduc bebia então na fonte que se formou por causa do trabalho de Vodder.
Leduc mantém a seqüência proposta por Vodder de drenar as regiões proximais antes das distais, e também a drenagem de cada região de distal a proximal.
Conforme o livro, Leduc desobstrui os gânglios principais da região antes de encaminhar o fluxo linfático. Vodder já ensinava isso. Vodder começa toda drenagem linfática pelo pescoço, Leduc acha que, tratando-se de edemas muito distantes, as manobras sobre o ãngulo venoso não tem o poder de acelerar significativamente o fluxo linfático da perna.(8) Pode ser que ele tenha razão, porém quando eu recentemente fiz uma cirurgia no tornozelo, fiquei com o pé e a perna engessadas e, portanto sem acesso ao meu pé, que estava com edema importante. Ainda no hospital, ao manipular os ângulos venosos, sentia um movimento no meu pé, ao bombear os gânglios inguinais sentia o movimento mais nítido, quando trabalhava a fossa poplítea parecia mesmo haver uma bomba de sucção no meu pé.
Vodder tinha a opinião de que quando o banheiro está inundado a gente precisa limpar em primeiro lugar o ralo e depois mandar a água em sua direção. Eu concordo com ele e começo toda drenagem no ângulo venoso. Por outro lado, não acho que começar no pescoço ou deixar o pescoço sem fazer vai invalidar o efeito de uma drenagem bem feita. Acho muito pior quando alguém tenta esconder as origens do seu aprendizado e ainda muda o nome do método, pois Dr. Vodder não está mais entre nós para se defender. Eu acho, ele ia somente levantar os ombros num gesto resignado, pois ele definitivamente não era um guerreiro.
Földi
Földi também é um sucessor de Vodder. Assisti uma palestra sobre o método, seguida por uma demonstração prática durante o Congresso Les Nouvelles Estethiques. Isto deve ter sido em 2003, mas não tenho certeza da data. Em 2008 participei do curso Pós-Congresso do método Földi com Professor Didier que veio da Suíça.

As manobras de Földi são lentas, profundas, macias, lembram as manobras de Vodder, talvez são mais generosas, mais largas, menos minuciosas, com certeza elas funcionam. Não vi grandes diferenças nem na seqüência nem nos caminhos. Também, os caminhos da linfa não mudam desde que foram descobertos e explorados por Vodder e seus escudeiros.
Os Perigosos
Infelizmente existem “os perigosos”. Pessoas que não tem bases científicas, que não sabem nada sobre fisiologia e anatomia, não conhecem os caminhos linfáticos e não imaginam quão frágeis são os capilares linfáticos. Pessoas que não somente praticam, mas ensinam outros, os quais conseqüentemente se tornam também perigosos. Perigosos para as suas clientes que se tornam vítimas, e perigosos para a reputação de um método tão cuidadosamente construído por homens e mulheres importantes.

Por causa dos “perigosos” ainda existem médicos que não liberam seus pacientes para a drenagem linfática, e eles têm toda razão. Por causa dos “perigosos”, pessoas são lesadas. Os “perigosos” inventam a sua drenagem particular ou juram seguir um método, mas nunca o aprenderam. Existe um verdadeiro caos a respeito da drenagem linfática. Não existem regras, limites ou exigências. Os estrangeiros que vêm aqui para ensinar visam geralmente mais o dinheiro do que o ensino. Os profissionais que lotam esses cursos estão muito mais preocupados em colecionar certificados do que conhecimentos. Como se pode ensinar drenagem linfática em 8 horas para 80 pessoas?!!.
Bibliografia:
(1) WITTLINGER H. e G., Einfürung in die Manuelle Lymphdrainage nach Dr.Vodder, Band 1, Grundkurs, Haug Verlag, 1978
(2) Bulletin der 2. Arbeitstagung der Deutschen Gesellschaft für Lymphologie, 1987
(3) ASDONK Johannes, Manuelle Lymphdrainage, 1. Band, Haug Verlag 1970
(4) FÖLDI M., Manuelle Lymphdrainage, Haug Verlag 1970
(5) MISLIN H., Manuelle Lymphdrainage 1. Band, Haug Verlag, 1979
(6) Bulletin der 2. Arbeitstagung der Deutschen Gesellschaft für Lymphologie, 1987
(7) Lymphologisches Bulletin, Heft 1, Dr. Ewald Fischer Verlag 1979
(8) LEDUC Albert, Drenagem Linfática, Teoria e Prática, Editora Manole, 2000

Waldtraud Ritter Winter é formada em drenagem linfática manual por:
  • Dr. Emil Vodder, Wiesbaden, Alemanha (1969)
  • Deutsche Gesellschaft für Lymphologie Wiesbaden, Alemanha (1972)
  • Dr. Albert Leduc, Rio de Janeiro (1977)
  • Dr. Albert Leduc, São Paulo (2001)
  • Dr. Vodder Schule Walchsee, Austria (2002)
  • Professor Didier Tompson, São Paulo (2008)
  • Dr. Albert Leduc, São Paulo (2009)

Tantra Yoga

Tantra Yoga  



Tantra em sânscrito quer dizer urdidura, a trama do tecido, a trama de uma tapeçaria que se estende. Na verdade o Tantra nada tem a ver com super sexualidade, sexo sem limites ou qualquer coisa que sugira a promiscuidade sexual.
O Tantra é uma linhagem cultural com perfil iniciático que prescreve segredos com juramento de silêncio, fundamentada em habilidades profissionais que são transmitidas dentro da família. Esses ensinamentos estão de acordo com a filosofia do Yoga e é transmitido como herança e patrimônio dessa mesma cultura, especialmente para o fortalecimento da família econômica e espiritualmente.
O Tantra tem como princípio o culto do feminino, da Grande Mãe, buscando a manifestação psíquica da força do feminino dentro de nós, que na índia é simbolizado pela deusa Shakti. Esse movimento influenciou demasiadamente a religião, a ética, a arte e a literatura indianas.
Portanto, o Tantra se desenha através do tempo como uma outra e antiquíssima filosofia hindu, dentre tantas. O Tantra presa pela continuidade biológica e orienta a vida do casal e cada família possui seu próprio Tantra. O sexo entra como parte fundamental no estabelecimento das raízes dessa família, parte fundamental da vida de um casal. Por isso no Tantra o sexo também é ensinado como uma forma de trazer prazer e alegria ao seu companheiro ou companheira.
O Tantra nada tem a ver com a forma ocidental de ver e lidar com o sexo. No Tantra, o sexo é transmitido como um ato sagrado, encontro entre o deus (masculino) e a deusa (feminino). O sexo, na Índia, é visto antes de tudo como uma prática de elevação espiritual, e no Tantra podemos encontrar também a prática do maithuna, que é uma técnica que "ensina" o domínio dos apetites sexuais.
O mais importante aqui é o esclarecimento do que é o Tantra, pois hoje encontramos muitas armadilhas oferecendo técnicas miraculosas para o desbloqueio da repressão da energia sexual, problemas estes comumente encontrados dentro do consultório.
O verdadeiro conhecimento nos afasta da ignorância e dessas perigosas armadilhas, mais do que frequentes no mundo ocidental.
O QUE É TERAPIA MANUAL?



A terapia manual é uma parte da fisioterapia onde o fisioterapeuta aprende a avaliar como um todo seu paciente, avaliando a dor e disfunção, detectando anormalidades do movimento, testando tecidos estruturais anatômicos e formar um programa de tratamento relacionado diretamente com os achados da avaliação cumprindo seu objetivo.
Os terapeutas manuais utilizam suas habilidades de avaliação, conhecimento de anatomia, biomecânica, fisiologia, ergonomia, etc, para relevar a importância de cada componente de hipótese de trabalho da causa do problema do paciente.
O sistema músculo - esquelético é dividido em 3 partes: o sistema muscular, o sistema articular e o sistema neural. Para cada sistema existe um tratamento diferente, e a terapia manual provém de ferramentas próprias para detectar cada tipo de problema.
A terapia manual não é apenas uma especialidade para utilização de apenas técnicas de mobilização passiva, os terapeutas manuais utilizam inúmeras técnicas e procedimentos como massagem de tecidos moles, facilitação neuromuscular proprioceptiva, eletro, análise ergonômica, exercícios para melhora da força, coordenação, endurance, flexibilidade, estabilização segmentar, manipulação de alta velocidade, mobilização articular e mobilização neural.
Competência é definido como "capacidade ou habilidade suficiente, conhecimento, bom nível de experiência, qualificação adequada, mas não excepcional". Para ser um bom fisioterapeuta, temos que saber analisar os três sistemas musculoesqueléticos: sistema muscular, sistema articular e também o sistema neural.
"Eu sinto que a terapia manual irá preparar nossos futuros fisioterapeutas para possuir boa habilidade de raciocínio clínico para rapidamente identificar os problemas do paciente, suas importâncias e necessidades tratando os diagnósticos diferenciais" (FARREL, J., p. 5, 1996)

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Yoga com Koruntas

O Yoga surge com uma nova tecnica, com o uso de cordas as Koruntas



 




Koruntas


Koruntas significa em sua raiz marionetes e entende-se que desde a antiguidade vários yogues faziam asanas em cordas e suportes nas florestas. As koruntas criam variações muito boas para asanas e podemos extrair benefícios grandes com o poder de tração e alavanca que acionamos ao usar as mesmas corretamente.

Massagens Orientais 3

Neste estilo de massagem o(a) praticante desliza com os pés sobre o corpo do paciente untado com óleos medicinais. Para o equilíbrio durante as manobras, ele(a) se apóia em uma corda que pende do teto. A pressão do peso do(a) praticante ao deslizar com o pé, relaxa os músculos e libera o fluxo energético.


Chavutti
   Esta arte de massagem, típica do Kerala no sul da India, encontra-se associada a três outras tradições: o Kalaripayattu (arte marcial indiana), o Kathakali (dança clássica) e o Ayurveda (sistema de medicina indiana). Em Kalaripayuattu, assim como no Kathakali exige-se dos praticantes excelente forma física, flexibilidade, resistência e soltura.

O Chavutti Thirummal se originou entre os praticantes destas duas artes afins. Eles recebem ao longo de seu treinamento e condicionamento físico massagem com regularidade para abilitá-los aos difíceis e puxados movimentos. De todos as formas de massagem, Chavutti é a que pode proporcionar pressão mais profunda com uniformidade. Neste estilo de massagem, o terapeuta desliza com os pés sobre o corpo do paciente untado com óleos medicinais. Para seu equilíbrio durante as manobras, ele se apóia em uma corda que pende do teto. A pressão do peso do praticante ao deslizar com o pé relaxa os músculos e libera o fluxo energético.

Do praticante desta modalidade de massagem é exigido coordenação, equilíbrio e preparo físico, além de grande sensibilidade com os pés aliada ao domínio do uso de seu peso para gerar uma pressão adequada e uniforme no deslizar constante pelo "circuito do corpo."
   

Massagens Orientais 2

Massagem Ayurvédica
   Ayurveda em sânscrito significa, literalmente, ayu = vida e veda = conhecimento. É a sistematização dos princípios da vida, a ciência da longevidade e do viver bem.
Ayurveda atesta que a normalidade deve ser avaliada individualmente, pois cada ser humano manifesta seu próprio e particular temperamento e funcionamento. É uma abordagem preventiva identificando estágios brandos do processo de desequilíbrio e buscando através de diversas terapias restaurar nosso equilíbrio funcional pessoal.

ABHYANGA

Abhyanga significa, em sânscrito, untar, friccionar com óleo. Abhyanga pode ser aplicado pela própria pessoa como automassagem, por um praticante ou, sincronicamente, por dois ou mais praticantes. A ênfase está mais em nutrir a pele. O óleo ao penetrar a pele nutre os tecidos ( dhatus ) e as toxinas sã?;o liberadas. A vantagem principal do uso de óleos medicamentosos na massagem ayuvédica é que suas propriedades curativas são absorvidas no sistema através da pele , em alguns minutos.
A massagem ayurvédica aumenta a circulação dos fluidos vitais e as trocas a nível celular. Experimentos científicos vêm provando que mais sangue circula nos tecidos durante e após fricção e massagem. Também ficou demonstrado que há um aumento de células vermelhas após a massagem. Da mesma forma, a circulação linfática também aumenta. Os resíduos e toxinas, tais como ácido lático nos músculos, são removidos, tornando-os relaxados.
Em Ayurveda a massagem é recomendada como prática diária. Assim como seguimos rotina de comer, dormir e se exercitar, deve-se receber massagempara ajudar a descarregar as toxinas do corpo.
Em Ayurveda acredita-se que dores são causadas pela obstrução do fluxo de prana ( energia vital ) pelos canais siras. Na massagem calor é gerado pela fricção que faz com que os ares do corpo ( vayu ) se expandam e se movam. A circulação desse vayu pelos siras alivía as dores e tensões.
Abhyanga promove uma respiração mais profunda e natural. Nutre os 7 dhatus ( tecidos ) e equilibra os três doshas ( humores ). Feita regularmente relaxa músculos, nervos, juntas. Atua diretamente nos sistemas linfático, sangüíneo e ?nervoso estimulando também o sistema digestivo. Aumenta a imunidade, melhora a digestão e leva a um sono mais profundo e tranqüilo. Remove o stress e tensão dando mais vigor e vitalidade, ajudando assim no processo de rejuvenescimento.

Massagens Orientais

Ventosaterapia





É um tipo de terapia adotado em diversas correntes da medicina tradicional que emprega ventosas. Em chinês é representada pelo ideograma 拔罐.
Esta forma de terapia é utilizada desde tempos remotos em quase todas as civilizacões, como a européia, oriental, africana e indígena.
Os indios usavam chifres e faziam a vácuo sugando o ar, os orientais costumavam empregar o bambu, e a europa desenvolveu a ventosa como conhecemos hoje, empregando o vidro.
Os copos redondos de vidro são aquecidos internamente com fogo, que cria um vácuo em seu interior, gerando uma força de sucção. Os copos são aplicados imediatamente após o aquecimento em áreas especificas da pele que necessitam de tratamento, principalmente nas costas.

Jogo de ventosas.
Seu uso é indicado para tratar diversas doenças, principalmente em dores, gastrite, artrite, lombalgia, resfriados e gripe, entre outros.


A massagem de vácuo (MV) tem tanta influência cosmética como médica. Massagem de vácuo terapêutica detém, através da colocação de ventosas, o que gera no interior a pressão negativa, geralmente pelo ar expelido. MV aumenta a oferta de oxigénio nos tecidos, a intensidade do metabolismo, e melhora a circulação linfática e sanguínea. Estes efeitos contribuem para a renovação e fortalecimento da pele e sistema linfático, o que leva a remover da pele a "casca de laranja". A Ventosaterapia é muito utilizada para fins estéticos como a redução de celulite e gordura localizada, através de activação da circulação sanguínea e linfática, reduzindo a retenção de líquidos no organismo.
MV combina com todos os tratamento anticelulíticos.
Além disso, a massagem de vácuo tonifica os músculos, recupera a elasticidade da pele, ajuda a diminuir as cicatrizes e estrias. Portanto, a MV é utiliza
da para melhorar e reforçar os contornos do corpo, desenrugar as rugas, fazer correcção dos defeitos locais, tais como oval do rosto.
Massagem de vácuo terapêutica tem um notável efeito curativo sobre dores musculares nas costas. Neste caso, o acento é feito em lugares especialmente dolorosos, nas omoplatas e zona de cintura, trazendo um efeito reflexo quando aplicada em pontos de acupunctura.. Desaparecem os inchaços.
MV é justamente reconhecida pelo procedimento cosmético médico universal, como reflexão de um largo espectro da sua aplicação.

A ventosa associada com a massagem, por exemplo tem conseguido resultados impressionantes para redução da gordura localizada e, principalmente, da celulite.

Yoga para Bebês e Crianças

O Babyoga é uma aventura no Mundo dos bebés. É um dar e receber intenso. É um aprender constante. É uma surpresa a cada momento. Acima de tudo, é uma forma de ajudar a estimular e a desenvolver o bébé: a importância do conhecimento do eu, a consciência corporal e espacial, a auto-estima, a confiança e a importância da respiração. Somando tudo constrói-se um vínculo afectivo profundo com o bebé que o influenciará em todas as etapas do seu desenvolvimento. Os benefícios da prática regular são notórios: sono de maior qualidade, melhora a digestão e alivia as dores das cólicas, promove o desenvolvimento neuromuscular entre outros benefícios que cada bebé vai revelando em cada experiência! Os pequenos yoguis sorriem, expressam-se, soltam-se, aprendem e ensinam muito!




YogaTerapia

YOGA como TERAPIA

A Yoga Terapia é uma terapia alternativa que tem ainda pouca expressão em Portugal mas que, em países como os E.U.A. Inglaterra ou Índia, tem conhecido um grande desenvolvimento. Este traduz-se quer pelo reconhecimento do público, quer pelo número cada vez maior de profissionais envolvidos em pesquisas que comprovam os efeitos benéficos desta no tratamento de vários problemas de saúde.
Esta é uma terapia onde se aplicam técnicas do yoga com a finalidade de tratar ou de complementar o tratamento de várias condições. As que têm sido mais estudadas e que, geralmente, respondem melhor à yogaterapia incluem problemas respiratórios (como asma, bronquite, enfisemas pulmonares), dores de costas, hipertensão arterial, todas as perturbações relacionadas com a ansiedade e depressão.
Em países como Inglaterra, por exemplo, a yogaterapia chega mesmo a ser aplicada com resultados positivos nos estágios iniciais de doenças graves como o cancro ou a doença de Parkinson.

As técnicas mais vulgarmente usadas em Yoga Terapia são: o asana – posições que influenciam directamente os órgãos, as glândulas e o sistema nervoso, mas que podem ter também uma importante influência sobre os estados mentais; o pranayama- exercícios respiratórios, que exercem uma influência ao nível do sistema nervoso e das emoções, e o relaxamento e a meditação, que têm um papel importante no combate ao stress e à ansiedade e que podem também ajudar a criar estados de espírito mais optimistas e propícios à cura.

Um dos aspectos que distingue a yogaterapia de outras terapias mais convencionais e que a torna um meio adequado para o tratamento tanto de perturbações físicas como mentais, é a visão holística que tem do ser humano. A palavra Yoga, do sânscrito, significa literalmente unir, e a prática do yoga é muitas vezes encarada como uma forma de unir a mente ao corpo. Em yogaterapia, temos noção que não podemos tratar só o corpo ou a mente da pessoa. Ao tratar, por exemplo, uma dor de costas, poderemos usar vários asanas que ajudem a aliviar a dor e até mesmo a corrigir as suas causas, mas não podemos ignorar os factores psicológicos que a dor terá com certeza influenciado ou que, muitas vezes, podem mesmo tê-la causado.

Hoje em dia há cada vez mais certezas em relação à forma como a mente influencia o corpo e vice-versa. Sabe-se que a esperança que a pessoa tem de se curar e a capacidade que tem de direccionar todos os seus recursos internos para essa cura são essenciais para o bom andamento do processo terapêutico. Mesmo quando usamos fármacos, há já muitos estudos que nos dizem que estes não têm tanto efeito se a pessoa não acredita neles ou no médico que os receitou; outros estudos mostram ainda que tomar um comprimido formulado para curar determinada perturbação, por vezes, pode ter exactamente o mesmo efeito, do que tomar um placebo em que a pessoa acredita.

Há, hoje dia, cada vez mais pessoas que procuram o yoga como forma de tratar alguns problemas de saúde. Mas, se é verdade que os benefícios desta prática podem ser colhidos pela prática regular em aulas de grupo, também é verdade que esta nem sempre é acessível às pessoas que sofrem de problemas mais marcados de saúde; embora os praticantes de yoga, ao contrário do que muitas vezes se crê, não tenham que ser pessoas flexíveis e ágeis e, apesar de muitas vezes os exercícios mais eficazes no yoga serem justamente os mais simples e não os mais espectaculares e impressionantes que tantas vezes são divulgados. Ainda assim, para pessoas com uma saúde muito débil, ou com vários problemas em simultâneo, por vezes as técnicas têm que ser bastante adaptadas e este é um trabalho que nem sempre é possível fazer dentro de uma aula de grupo, apesar de nestas também ser muito importante ter em conta que a prática deve ser sempre adaptada ao indivíduo e nunca o indivíduo à prática.

Temos também consciência de que todos somos diferentes e que, por isso, o que faz bem a algumas pessoas não será necessariamente o melhor para outras. Por isso, em yogaterapia, todo o trabalho é feito individualmente  (ou em grupos muito pequenos em que todos os participantes apresentem um problema de saúde comum) de forma a que as sessões sejam personalizadas e direccionadas para a resolução de uma problemática específica, usando as técnicas que forem mais relevantes para cada caso e para cada pessoa.

Outro aspecto que importante da Yoga Terapia, é a responsabilização da pessoa pelo seu próprio processo de cura. Por isso é importante que a pessoa perceba correctamente os exercícios que são feitos em cada sessão, bem como a sua utilidade, para que possa em casa, diariamente, pô-los em prática. Esta prática regular (ainda que possa não ocupar mais de 10, 15 minutos por dia) é essencial para que se obtenham todos os benefícios terapêuticos, mas tem também o mérito de devolver à pessoa a capacidade de aprender a estar bem e a segurança de saber que tem ao seu dispôr um conjunto de exercícios que poderão devolver-lhe qualidade de vida e contribuir para uma existência mais saudável e preenchida por momentos de bem-estar.