segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Yoga Gravitacional

Um dos conceitos diretamente ligado à filosofia da yoga é a busca constante pela evolução. A aplicação dessa teoria pode ser encontrada dentro das diversas modalidades existentes da prática.
E uma delas que realmente faz jus ao conceito mostra que é possível desafiar uma lei considerada fisicamente impossível de ser superada: a da gravidade. Prepare-se para alçar grandes vôos com a ioga gravitacional.


Conheça a ioga gravitacional 
As aulas duram 1 hora e meia e não começam logo de cara com a ioga gravitacional. “Na primeira parte faço hatha ioga, um dos estilos mais clássicos, e nos últimos 30 minutos aplico gravitacional”. O processo é bastante intenso no começo e os participantes devem simular várias posturas utilizadas na hatha ioga com o corpo suspenso. O instrutor completa dizendo que também não é aconselhável ficar de cabeça para baixo por muito tempo, por isso os 30 minutos são suficientes.
“O objetivo é esquecer-se do corpo, respirar e se entregar à força da gravidade. O ápice da aula é o final, quando todos ficam de cabeça para baixo e acontece a hiper-irrigação e hiper-oxigenação do cérebro”, explica. A postura mais importante é a de cabeça para baixo, pois não existe compressão do pescoço.
Mesmo parecendo complicado, no começo, depois que o aluno se acostuma com as posturas, a prática é totalmente prazerosa. “É uma situação diferente, em que você se entrega a força de atração da Terra, e deixa que a doutora gravidade realinhe e reestruture seu corpo”, conta.
A faixa etária dos alunos vai dos 7 aos 72 anos e a modalidade é livre. Mesmo assim, antes de iniciar atividade é imprescindível consultar cardiologista, ortopedista e oftalmologista. Os exercícios só podem ser feitos duas horas depois da ingestão de alimentos e mulheres menstruadas não são aconselhadas a fazerem o exercício. É indicado que se pratique a ioga gravitacional duas vezes por semana.
Outra curiosidade é que a modalidade não tem níveis. “É uma sequência lógica que varia de pessoa para pessoa. Visamos à filosofia em si e não existem graduações a serem conquistadas. Isso serve apenas para alimentar o ego.


Mais do que ter idealizado uma nova modalidade de ioga. Percebemos que é possível desafiar não apenas a gravidade, mas os próprios limites.

Yoga com Bolas

O  Yoga é uma atividade física que traz benefícios tanto para o corpo quanto para a mente. Os mais tradicionais seguidores da técnica pura, sentem arrepios ao ouvir dizer que há "novas" modalidades praticadas em academias.
No entanto, não param de aparecer novidades, uma delas é o ioga com bolas.

De acordo com professores de yoga as bolas são boa opção para iniciantes que estão enfrentando dificuldade para começar a atividade convencional. "A bola ajuda a alinha o corpo a partir das musculaturas centrais e facilita para o ioga convencional que exige que o corpo esteja alinhado."
Além disso, o exercício alivia bastante as dores lombares e desconfortos nas costas causados até por hérnias de disco. "A prática fortalece a musculatura, estabiliza a coluna e assim alivia as dores."
De acordo com a professora durante a aula, ela passa técnicas de várias vertentes do ioga convencional e do pilates, tudo isso de forma mais lúdica com o objetivo de que os alunos conquistem o equilíbrio entre corpo, mente e espírito.


A prática é indicada para qualquer pessoa, menos mulheres grávidas. A professora indica que sejam feitas pelo menos duas aulas por semana.

ShiatsuTerapia

 
ShiatsuterapiaShiatsuterapia é um processo de harmonização do corpo físico e emocional, promovendo o equilíbrio e ativando o seu potencial de energia.  A visão psicossomática das funções e sistemas corporais está voltada para a compreensão e unificação do indivíduo, integrando sua psique ao seu corpo, suas emoções a sua estrutura; consciente ou inconsciente ele perceberá que algo está diferente com ele.


De onde veio?

O Shiatsu tem as suas origens numa prática com mais de dois mil anos de existência – a "Tao Yin" – que, através de exercício físico, técnicas de respiração, massagens e meditação, procurava devolver ao organismo a fluição natural e “ki”, a “força da vida” que, aliás, rege a medicina oriental. Introduzida no Japão por volta do século VI, os japoneses aperfeiçoaram a técnica ao estudar e desenvolver um método muito próprio: o diagnóstico e tratamento abdominal. Conhecido durante muito tempo como “Anma”, o Shiatsu ganhou estatuto próprio ao distanciar-se da medicina propriamente dita e integrar as práticas de fisioterapia e de quiropraxia, aliada às técnicas de pressão exercidas sobre o corpo com recurso apenas aos dedos. No início do século XX, o terapeuta japonês Tamai Tempaku associou os conhecimentos modernos de anatomia e de fisiologia aos métodos de tratamento orientais antigos e obteve o primeiro esboço do Shiatsu como é hoje conhecido – o "Shiatsu Ryoho" deu mais tarde lugar ao "Shiatsu Ho" até ser simplesmente baptizado de Shiatsu. Em 1964, o governo japonês reconheceu o Shiatsu enquanto terapia independente e distinta, tanto da antiga “Anma”, como da massagem ocidental.

De que se trata?

Recorrendo à pressão dos dedos, o Shiatsu trabalha em cima dos canais de energia do corpo (meridianos), numa tentativa de equilibrar o fluxo da energia vital para a vida (o "ki" – que não vemos, mas sentimos), que pode estar bloqueado, em défice ("kyo") ou em excesso ("jitsu") no organismo. Ao normalizar o “ki”, devolve-se ao corpo a capacidade de se defender das doenças, garantindo assim, o seu funcionamento pleno. Isto é conseguido através dos movimentos manuais feitos nos cerca de 365 pontos de pressão, ou “tsubos”, que existem no corpo humano. Saiba que um meridiano com excesso de energia vai apresentar-se tenso e dorido, enquanto um meridiano com falta de energia vai apresentar-se suave e indolor.

A técnica

Curar com as mãos é a base do Shiatsu, cuja técnica é extremamente simples: o terapeuta utiliza os dedos, os polegares, as mãos e as palmas das mãos, os cotovelos e os joelhos para pressionar, alongar e massagar o corpo nos pontos adequados (“tsubos”) ou simplesmente através de movimentos rotativos com os braços ou pernas. As pessoas (e o corpo humano!) respondem muito bem ao toque, principalmente se este for direccionado para as zonas carenciadas. E é precisamente isso que está por de trás da terapia Shiatsu – ajustar a estrutura física do corpo, assim como as suas energias interiores, de forma a prevenir as doenças e manter uma saúde de ferro.

Os 12 meridianos

Segundo a medicina oriental, a energia (“ki”) percorre o nosso corpo de cima a baixo e vice-versa, seguindo uma linha que se encontra dividida em 12 meridianos pares – simetricamente colocados em cada lado do corpo. São uma dúzia de áreas que, apesar de terem sido baptizadas com o nome do órgão que nela se encontra, possui características orgânicas, mas também psicológicas ou emocionais e que não estão relacionados exclusivamente com esse órgão. Se, por exemplo, o terapeuta lhe disser que o seu meridiano do coração necessita de tratamento, não quer dizer que o órgão-coração está doente, mas antes que precisa de apoio emocional. Existem ainda dois meridianos ímpares, duas “artérias” que percorrem o eixo do corpo – o vaso-anti-concepção (na parte anterior do corpo) e o vaso-governador (na parte posterior do corpo).
  1. Pulmões
  2. Mestre do Coração/Pericárdio/Circulação-Sexo
  3. Coração
  4. Intestino Delgado
  5. Triplo-Aquecedor
  6. Intestino Grosso e Fino
  7. Baço-Pâncreas
  8. Fígado
  9. Rins
  10. Bexiga
  11. Vesícula Biliar
  12. Estômago

O Shiatsu é ideal para…

Não sendo uma técnica que pode curar doenças sozinha, o Shiatsu é especialmente poderoso quando utilizado em conjunto com outras terapias orientais ou até convencionais. O seu principal objectivo é devolver ao doente elevados níveis de energia, regular e fortalecer o funcionamento dos órgãos, estimulando a resistência natural do organismo contra as doenças e outros problemas de sáude, quer físicos, quer emocionais ou psicológicos. Neste sentido, é mais correcto afirmar que o Shiatsu não cura, mas ajuda a curar, até porque concentra todos os seus poderes curativos na saúde e não na doença. Está indicado principalmente para:  
  • Dores de cabeça/enxaquecas
  • Dores de costa/coluna/pescoço/ombros
  • Dificuldades emocionais (depressão, baixa auto-estima…)
  • Stress/Tensão/Ansiedade
  • Cansaço/Fraqueza
  • Insónias
  • Distúrbios intestinais
  • Perturbações menstruais
  • Problemas respiratórios (asma, bronquite…)
  • Problemas reprodutivos
  • Sinusite
  • Constipações e tosse
  • Tensão muscular
  • Artrite
  • Lesões desportivas

Quais os seus benefícios?

O Shiatsu funciona como catalisador no processo de cura, sendo que a cura não é uma experiência imediata, mas sim um percurso contínuo. São muitos os benefícios desta terapia holística, destacando-se uma maior flexibilidade da pele e dos músculos, melhorias ao nível dos sistemas circulatório, digestivo, ósseo, endócrino e nervoso. O objectivo é criar um equilíbrio físico, mental e espiritual; e dotar a pessoa de um maior conhecimento e capacidade de leitura do seu próprio corpo, alertando-a para a importância de um estilo de vida harmonioso e saudável.

Shiatsu vs Massagem

Muitas vezes denominada de “massagem oriental”, e embora partilhe algumas das mesmas características (pressão das mãos no corpo para aliviar a tensão muscular e as articulações presas), na realidade o Shiatsu é muito mais do que uma simples massagem. Isto porque, mesmo que o problema esteja numa zona específica do organismo, o terapeuta trabalha o corpo, ou melhor o sistema energético, por completo.

Contra-Indicações & Efeitos Secundários

Enquanto tratamento para infecções, doenças contagiosas, fracturas ou varises, o Shiatsu não é recomendado, a não ser que seja administrado em conjunto com tratamentos médicos convencionais. Não deve ser praticado por grávidas nos primeiros três meses de gestação. Salvo estas excepções, pode ser efectuado por qualquer pessoa. Em termos de efeitos secundários são raros, no entanto, há quem sinta dor de cabeça, rigidez nos músculos, frio, má disposição, diarreia, maior vontade de urinar, cansaço ou fraqueza após uma sessão. Estes sintomas são passageiros, desaparecendo nas 12 horas seguintes. Para aliviar algum desconforto sentido na pós-sessão, aconselha-se descanso, o consumo de bastante água e que se mantenha agasalhado.

O diagnóstico

Antes da primeira sessão, o terapeuta elaborará um diagnóstico baseado no seu actual problema, historial médico, estilo de vida, hábitos alimentares e de exercício físico. Mas fará também um diagnóstico visual (do seu aspecto geral, tom de pele, postura e forma de caminhar); um diagnóstico auditivo (não apenas se ouve bem ou não, mas também do som da sua voz – se é tímida, tensa, nervosa, alta…); um diagnóstico baseado no toque ou o diagnóstico “hara” (“hara” significa abdómen e esta parte do corpo é alva de uma observação cuidadosa porque, sendo uma zona central, denuncia precisamente as áreas "kyo" e "jitsu").  

Prepare-se para a primeira sessão

As sessões de Shiatsu têm a duração de aproximadamente uma hora e são realizadas num tapete específico que é colocado no chão ou numa cadeira própria para o efeito. Deve ir equipada com roupa larga e confortável (ao contrário das massagens convencionais, o Shiatsu não requer que a pessoa se dispa) e procure não comer uma refeição pesada, nem beber álcool nas duas horas que antecedem o tratamento. Tente manter-se descontraído e relaxado durante a sessão de Shiatsu, feche os olhos e não fale – a não ser que esteja a sentir muitas dores, nesse caso informe de imediato o terapeuta. No final da sua primeira sessão, pode não sentir nada, pode sentir-se extremamente cansado ou até com muita energia. Regra geral, há um sentimento de tranquilidade, leveza e de bem-estar, logo após a primeira experiência Shiatsu. No entanto, aconselha-se a realização de três ou quatro sessões, ao longo de um período de 4-6 semanas, para garantir a obtenção de bons resultados.

Estrias na Gravidez


Dicas para evitar estrias na Gravidez


Estrias são desesperadoras para as gestantes, mas é fácil evitar. As estrias surgem quando a  pele estica de forma muito intensa e as suas estruturas (colágeno e elastina) não conseguem suportar a pressão, rompendo-se e dando origem a uma espécie de cicatriz.
Na gravidez, as estrias costumam surgir à partir do 6 mês e as principais causas estão ligadas a predisposição genética e o ganho excessivo de peso. As áreas mais afetadas costumam ser a barriga e os seios.
Dicas para prevenir-se das estrias:
Dica 1: Evite engordar muito. Na gestação é comum, natural e até necessário o ganho de peso, mas atenção para não perder a linha. Os médicos recomendam que a mulher deve chegar à 40 semanas (9 meses) com um aumento de 9 a 12Kg a mais do que tinha antes de engravidar.
Dica 2:Use sutiã de sustentação com alças largas.
Dica 3: Escolha uma calcinha com cintura alta, especialmente projetadas para mulheres grávidas. Estas calcinhas dão maior resistência à pele do abdômen.
Use cremes com propriedades nutritiva e hidratante, específicos para prevenir estrias, é um ótimo aliado, pois a pele desidratada torna-se mais susceptível às rupturas.
Mas atenção: O uso desses cremes pode desenvolver em algumas mulheres um problema na pele chamado foliculite. Trata-se de uma inflamação do folículo piloso (local de onde nascem os pêlos). Essa inflamação é ocasionada por produtos que criam uma área de oclusão dificultando a saída do pelo e de sebo. Nesse caso suspenda o uso e procure um dermatologista para te orientar sobre qual o melhor tratamento para você.

Dica de ouro para evitar estrias na gravidez:
Mistura para fazer um creme caseiro contra estrias:
1 bisnaga de hipogloss pequena
1 vidrinho de óleo de amêndoas de boa qualidade1 ampola de arovit (vitamina A)
1 hidratante bem grosso.
Hipoglos

Misture tudo e ponha em um pote grande. Depois é só espalhar nas regiões mais propícias ao aparecimento de estrias, todos os dias, após o banho (e sempre que achar a pele meio seca), mas evite passar nos mamilos.
Um detalhe: A mistura pode manchar um pouco os tecidos da calcinha e sutiã.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Enjoo na gravidez pode ser genético



Se sua mãe teve enjoo, você tem três vezes mais chances de ter esse desconforto também. Não dá para evitar, mas existem muitas maneiras de amenizar os sintomas. Confira algumas dicas práticas.


Shutterstock
Você sabe bem como é comum sentir desconfortos no começo da gestação, principalmente enjoos fortes. Eles estão ligados ao hormônio HCG, que ajuda os ovários a produzir progesterona e estrógeno durante o primeiro trimestre. Além dessa relação, pesquisadores do Instituto de Saúde Pública, da Noruega, descobriram que o enjoo matinal pode ser genético. Eles analisaram cerca de 550 mil nascimentos registrados no país entre 1967 e 2006 e perceberam que as filhas de mães que sofreram enjoos na gravidez têm três vezes mais chances de enjoar do que as filhas de mães que não enjoaram durante a gestação. Os cientistas afirmam que os outros fatores ambientais compartilhados por mães e filhas, como a alimentação, também podem influenciar.

Não há nada que você possa fazer para evitar, mas há algumas dicas para amenizar o desconforto:

O mal-estar geralmente aparece entre o segundo e o terceiro mês, com mais intensidade durante as manhãs. “A grávida acorda enjoada porque fica muito tempo sem comer durante a noite – e não pode ficar em jejum. Por isso, quando acordar, tome café da manhã antes de escovar os dentes, porque a água fria aumenta o enjoo”, diz Edílson.

Outra dica é comer várias vezes por dia em poucas quantidades. Comer uma fruta no intervalo das refeições ajuda a amenizar o mal-estar. “É importante evitar alimentos pesados, como fritura, ou os muito temperados e de difícil digestão”, afirma o especialista.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011


Saúde da Mulher


Uma pesquisa descobriu que 65% das mulheres grávidas não praticam exercícios durante a gestação. O sedentarismo aumenta o risco de hipertensão e diabetes. Veja a seguir as atividade físicas que podem ser praticadas por grávidas. Pilates - De acordo com o presidente do Celafiscs, Timóteo Araújo, o diferencial do pilates é o fato de ser individual, pois assim a mulher grávida tem um acompanhamento mais detalhado e exclusivo do profissional.

sábado, 10 de setembro de 2011

Receita de Sushi



 
 
 
Ingredientes:
  • 2 folhas de alga nori;
  • 4 xícaras de arroz japonês cozido somente em água;
  • 2 colheres de sopa de su (vinagre de arroz);
  • 2 colheres de sopa de saquê;
  • 1/2 lata de atum sólido ou 1 lata de polvo em conserva;
  • salsa e cebolinhas picadas (ou nira);
  • 2 colheres de sopa de gergelim branco;
  • 2 colheres de sopa de gergelim preto;
  • sal.

Modo de preparo:

Cozimento do Arroz:

  1. Lavar bem 2 xícaras de arroz japonês, colocar numa panela c/ 3 xícaras e 2/3 de água fria e levar ao fogo.
  2. Quando ferver, abaixar o fogo, tampar a panela, deixando uma abertura, p/ sair o excesso de vapor.
  3. Após cinco minutos de fervura, desligar o fogo, tampar bem a panela e deixar que o arroz cozinhe naturalmente.
  4. Depois de frio, colocar 4 xícaras do arroz cozido numa tigela, temperando c/ su, saquê e algumas (poucas) pitadas de sal.
  5. Misturar bem e dividir em 2 porções. Reservar.

Recheio:

  1. Desfiar ligeiramente o atum (ou cortar em pedacinhos o polvo).
  2. Colocar o atum (ou polvo) numa frigideira anti-aderente, usando um pouco do óleo em que veio conservado.
  3. Acrescentar a salsa, cebolinha e o gergelim.
  4. Levar ao fogo p/ fritar, sempre mexendo, até que seque um pouco.
  5. Separar em 2 porções e esperar esfriar.

Montagem do sushi:

1. Colocar 1 folha de nori na esteira de bambu — o lugar deve ser bem seco, pois o nori não pode molhar.
2. Despejar 1 das porções reservadas do arroz e espalhar por igual em toda a superfície do nori c/ as mãos umedecidas no su, ou c/ o auxílio de uma colher.
3. Assentar bem, deixando sem arroz apenas uma das extremidades – uma faixa de aproximadamente 2,5 cm, na qual será finalizado o enrolamento.
4. Colocar na extremidade oposta 1 porção do recheio em forma de filete, afastado aproximadamente 2,5 cm da borda (foto 1).
Como fazer sushi enrolado (makizushi) - foto 1
Como fazer sushi enrolado (makizushi) - foto 1
5. Começar a enrolar, como rocambole, cuidadosamente, c/ um pouco de pressão, pela extremidade do recheio, atentando p/ que toda a extensão do rolo fique c/ a mesma espessura, podendo ser usada uma faca p/ auxiliar (foto 2).
Como fazer sushi enrolado (makizushi) - foto 2
Como fazer sushi enrolado (makizushi) - foto 2
6. Ir enrolando c/ a ajuda da esteira (foto 3) até chegar na extremidade oposta (sem arroz).
Como fazer sushi enrolado (makizushi) - foto 3
Como fazer sushi enrolado (makizushi) - foto 3
7. Pressionar bem p/ obter boa aderência (foto 4).
Como fazer sushi enrolado (makizushi) - foto 4
Como fazer sushi enrolado (makizushi) - foto 4
8. Retirar da esteira e cortar em fatias de 2 cm, numa superfície lisa, lavando a faca em água corrente ou limpando-a c/ papel-toalha úmido, sempre que necessário (foto 5). Proceder do mesmo modo p/ fazer mais um rolo c/ o restante.
Como fazer sushi enrolado (makizushi) - foto 5
Como fazer sushi enrolado (makizushi) - foto 5
9. Colocar por cima de cada sushi um pouco de gergelim p/ enfeitar (foto 6).
Como fazer sushi enrolado (makizushi) - foto 6
Como fazer sushi enrolado (makizushi) - foto 6
Dicas: o recheio pode ser variado, usando-se a mesma quantidade de atum, salsinha e cebolinhas picadas, tirinhas ligeiramente cozidas de cenoura e repolho roxo.
Rendimento: 14 peças.

Yoga Para Pequenos

Yoga para os pequenos

Elas têm energia de sobra. Por isso, uma aula de yoga  para criança parece uma tarefa impossível. Apesar disso, a prática se difunde cada vez mais entre os pequenos. “Adoro a postura da águia, porque ela tem força e equilíbrio”, diz Isabel Mendes, de apenas 7 anos. "Ela gosta muito também da saudação ao sol. Vive fazendo aqui em casa", conta a mãe, a jornalista Larissa Ribeiro que, em vão, tenta convencer a filha a voltar para a natação. “Ela já sabe nadar, mas achamos que precisa melhorar o estilo e pegar mais segurança. Mas ela não gosta, não tem jeito, só quer saber da yoga”.

A professora Carla Vollmer dá aulas para crianças de cinco a dez anos na Sauer Danças, no Rio de Janeiro.  “Eu quis dar aulas para crianças porque eu adoro trabalhar com crianças e vejo como os meus filhos (foto) curtem fazer yoga. Crianças nessa idade são muito abertas, é fácil ensiná-las sobre respiração e concentração, e quanto mais cedo temos contato com as possibilidades do nosso corpo e a capacidade de sentir uma calma interior, mais centrados poderemos ser”, explica. Qual a idade para começar? “A partir de 5 anos eu acho que já dá pra ensinar algumas coisinhas. As meninas geralmente são um pouco mais calmas...”, explica Carla.

A yoga traz muitos benefícios. A professora enumera alguns: “a criança cria auto confiança à medida que vai aprendendo os ásanas dentro de um ambiente não competitivo. Elas entram em contato com a respiração e podem usá-la para encontrar mais calma em momentos difíceis ou de estresse. Procuro colocá-las em contato com as sensações do corpo para aprenderem a ter mais consciência das emoções quando elas afloram. E a maioria das crianças adora saber que tem a capacidade de fazer um sapo, uma tartaruga, o leão, e se divertem”, diz.
Seus filhos, de quatro e dois anos, praticam desde os dois. É que ela e o marido, o também professor Matthew Vollmer, respiram yoga. Mas não são apenas as posturas. O professor Fernando Rebelo Costa, que ensina na Escola Parque, ressalta a diversidade. "Além dos ásanas, existem práticas de mantra, cidadania, trabalho interno, meditação. Tudo isso faz parte da yoga como um grande conjunto. A yoga permite um autoconhecimento mais profundo e facilita atingir o potencial que cada um tem como ser humano", diz. Para ele, fundamental é individualizar a aula. "Cada criança tem seu próprio tempo. Também é preciso transfomar a aula em numa experiência  lúdica", explica.
 

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

SHIATSU

Massagem terapêutica japonesa que consiste em pressionar determinados pontos no corpo, chamados tsubos, pontos vitais para o equilíbrio físico e energético do corpo, através do restabelecimento do fluxo do Ki, a energia vital. É utilizada para tratar diversos tipos de sintomas e desequilíbrios.
Muito mais que uma massagem, o shiatsu é uma forma natural de fortalecer a energia vital e manter a saúde e o bem estar.

Indicações

  • Tensões e dores musculares
  • Estresse
  • Enxaqueca
  • Dores na coluna vertebral
  • Problemas respiratórios
  • Correção postural

O que é o Shiatsu e sua origem

O shiatsu consiste em pressionar determinados pontos chamados tsubos que formam linhas ou canais de energia pelo corpo. Esses canais são chamados meridianos e se relacionam com os órgãos internos. A energia vital que flui por esses canais ou meridianos é chamada Ki, em japonês, ou Chi em chinês.
Shiatsu literalmente significa pressão com os dedos: "shi" significa dedos e "atsu" significa pressão ou contato.
O shiatsu tem a finalidade de equilibrar e restabelecer o fluxo do Ki nos meridianos.
Na Medicina Oriental, a doença é uma estagnação do Ki, um bloqueio no fluxo do Ki, um desequilíbrio na energia da pessoa e uma das formas para restabelecer o fluxo do Ki, é através do shiatsu. Pressionando os pontos do meridiano o órgão irá produzir mais Ki para circular na área com energia estagnada ou com dor.
O Shiatsu é uma técnica terapêutica japonesa e faz parte da Medicina Oriental, teve sua origem na China.
A Tradicional Medicina Chinesa foi levada para o Japão aproximadamente no século X a.C, quando os chineses invadiram o Japão.
O Tao Yinn: um sistema que pertencia a Tradicional Medicina Chinesa, que consistia de exercícios voltados para a saúde, combinavam auto-massagem e movimentos para desintoxicar e rejuvenescer. O Tao Yinn associado a outras técnicas deu origem a uma massagem chamada Anma, que por sua vez, deu origem ao shiatsu.
No século XX terapeutas japoneses desenvolveram o shiatsu de uma forma terapêutica profissional, entre os mais destacados, Tokujiro Namikoshi e Shizuto Masunaga. Desde a década de 50 o shiatsu foi reconhecido pelo governo japonês como terapia. É reconhecido pelo Ministério da Saúde do Japão como "uma forma de manipulação que visa corrigir o mau funcionamento interno, promover e manter a saúde e tratar de doenças específicas".
O shiatsu se tornou mais conhecido na Europa e Estados Unidos na década de 70 e, no Brasil, o shiatsu veio através dos imigrantes japoneses ficando restrito à  colônia nipônica e só em 1980 se tornou mais divulgado.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Yoga para Gestantes
 
 
 
 
No período de gestação, embora a mulher freqüentemente sinta-se frágil, descobre em seu interior um imenso potencial criativo e força total para se auto-superar, desenvolvendo a consciência espiritual e o amor infinito para receber o novo ser que está para chegar.

O yoga entra neste período mágico da vida, como precioso instrumento de autoconhecimento e de fortalecimento da saúde, preparando a mãe: física, emocional, energética, psicológica e espiritualmente.

Os exercícios psicofísicos (ásanas):
•    Melhoram a circulação sangüínea e linfática evitando câimbras e varizes;
•    Fortalecem os músculos gerais, principalmente os músculos do períneo, que sustentam os órgãos reprodutores e os para-vertebrais, que sustentam a coluna;
•    Equilibram o eixo vertebral, a fim de evitar má postura e dores lombares;
•    Ampliam a abertura pélvica e favorecem a dilatação, adequando a passagem à medida ideal para seu bebê.

Os exercícios respiratórios (pránáyámas):
•    Aumentam a capacidade pulmonar da mãe;
•    Permitem a boa respiração do bebê;
•    Favorecem a oxigenação dos tecidos;
•    Proporcionam vitalidade e alegria.

Na prática de relaxamento e meditação (yoganidrá e dhyána) a mãe:
•    Conversa com o bebê, emanando vibrações de afeto, segurança e tranqüilidade;
•    Determina a seu corpo que aperfeiçoe todas as condições a um parto rápido e feliz.
•    Assimila pensamentos positivos de saúde, harmonia e sucesso.

Desta forma, o conjunto de técnicas do yoga desenvolve na mulher a consciência corporal e a estrutura emocional tão necessária à fase gestacional, ao momento do parto e ao período pós-parto, mantendo-a confiante, serena e repleta da beleza divina.

Ter um bebê é a realização de um ritual de início da vida. É o momento onde devemos nos entregar totalmente às forças da criação.  È a mais bela prece, a mais intensa das meditações.
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terça-feira, 30 de agosto de 2011

Iogaterapia para corpo e mente

Ioga contra depressão e ansiedade


A ciência comprova: a ioga é uma aliada no tratamento da ansiedade e da depressão.

A descoberta é de um dos maiores e mais importantes centros de pesquisa do mundo, a Universidade de Boston, nos Estados Unidos. E confirma de forma cabal o efeito ansiolítico da ioga. É que as posturas dessa prática, que une alongamento e meditação, agem diretamente no sistema nervoso central, trazendo calma e relaxamento. Por isso, sugere o estudo, merece figurar entre os mais eficientes métodos alternativos contra a depressão e os distúrbios de ansiedade.

Os adeptos da ioga conhecem e propalam esses benefícios aos quatro ventos. Só que pela primeira vez os cientistas relacionaram a prática ao aumento no cérebro dos níveis do ácido gama-aminobutírico, ou GABA, na sigla em inglês, um neurotransmissor que diminui os estímulos nervosos e relaxa as células ali na massa cinzenta. Pessoas com depressão apresentam uma drástica redução na quantidade de GABA, disse ! Chris Streeter, chefe do trabalho americano.

Os pesquisadores compararam pacientes que fizeram as posturas durante uma hora com gente que passou o mesmo período lendo um livro. Logo depois, com a ajuda de exames de ressonância magnética, analisaram o teor de GABA no cérebro dos praticantes. Houve um aumento de 27% depois da sessão, enquanto que nenhuma alteração foi encontrada nos indivíduos do grupo de leitura. "Esse trabalho prova que a prática ajuda a regular os níveis da substância, assim como as drogas, mas sem efeitos colaterais", ressalta Streeter, que é professor de neurologia e psiquiatria.

Um trabalho feito no Brasil pela psicóloga Juliene Azevedo Oliveira na Universidade Católica de Brasília mostra que os resultados são ainda melhores quando se alia o método a sessões de psicoterapia. Durante seis meses a especialista analisou 32 mulheres que foram divididas em três turmas. Na primeira as voluntárias só fizeram ioga. Na segunda, psicoterapia e, na terceira, ambas.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Yoga para Idosos


Os efeitos da prática do yoga sobre a capacidade física e autonomia funcional em idosas



Esta pesquisa teve como objetivo verificar os níveis de flexibilidade, força muscular isométrica submáxima, equilíbrio e os índices de autonomia funcional em um grupo de senescentes sedentárias e aparentemente saudáveis que iniciaram a prática de Yoga da linha Hatha por um período de três meses. A amostra foi composta por 30 gerontes com 64,52 ± 3,78 anos em duas academias no Rio de Janeiro. Foram utilizados uma bateria de testes de autonomia funcional (C10m; TUG; LPS e LPDV) e testes específicos para idosos, objetivando verificar os níveis de força, flexibilidade e equilíbrio. Através dos resultados foi realizada uma análise e, através dessa análise, foi verificado que a prática do Yoga promoveu, significativamente, a melhoria das qualidades físicas citadas e da autonomia funcional. Concluiu-se, então, que o Yoga pode ser considerado uma prática física alternativa, que promove a saúde e a qualidade de vida em idosos.

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sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Cravos

Cravos: é possível prevenir!

 Evitar os pontinhos pretos que insistem em marcar seu rosto é praticamente impossível, afinal não dá para frear a oleosidade natural da pele e, menos ainda, encapar o rosto e protegê-lo da poluição os dois fatores que desencadeiam o surgimentos dos cravos.

Mas não é por isso que você precisa passar o tempo todo com o rosto pintado. Alguns cuidados caseiros são suficientes para remover os pontos ainda que, a longo prazo, não substituam uma limpeza de pele.

Tônicos e produtos adstringentes oferecem ótimos resultados, assim como sabonetes de ação profunda. Só tome cuidado para não usar produtos inadequados para o seu tipo de pele. Eles podem ressecar demais o rosto, levando o organismo a produzir ainda mais sebo e, conseqüentemente, favorecendo o aparecimento dos cravos e até de espinhas. No caso das mulheres, dormir maquiada também é fatal: os cosméticos entopem os poros, e o rosto rapidamente enche-se de pontos pretos.

DRENAGEM LINFÁTICA

DRENAGEM LINFÁTICA

Dr. Emil Vodder
Toda drenagem linfática baseia-se no método Vodder, pois foi ele o primeiro que ousou tocar em gânglios linfáticos, caso impensável antes dele. Sabia-se muito pouco sobre a dinâmica do transporte linfático e a manipulação dos gânglios era completamente tabu.
Vodder publicou seu primeiro trabalho em 1936 por ocasião de uma exposição de saúde “Santé e Beauté” em Paris (1).

O primeiro grupo de profissionais a interessar-se pela drenagem linfática de Vodder não foi o dos fisioterapeutas, nem o dos médicos. As palestras de Vodder chamaram a atenção das esteticistas que viram no método um meio para potencializar seus tratamentos estéticos. Provavelmente porque as esteticistas tinham menos preconceitos e mais intuição. Entre elas se destacaram a Sra. Götze, Sra. Bartetzko-Asdonk, Sra. Schenk e outras. Alguns massagistas aderiram também ao método, por exemplo, Wittlinger, que é um dos fundadores da Dr. Vodder Schule in Walchsee na Áustria (Escola de Drenagem Linfática autorizada por Dr. Vodder) e Karling (2).
Somente em 1963, 27 anos depois, o trabalho de Vodder chamou a atenção de um médico, Dr. Johannes Asdonk (3). Logo em seguida Prof. Dr. M. Földi estudou as vias linfáticas da cabeça e da nuca e suas interligações com o líquor cérebro-espinhal (4). Prof. Dr. H. Mislin examinou os mecanismos da motricidade dos capilares e dos vasos linfáticos (5). Mais tarde se juntaram cientistas renomados como Prof. Dr. Kuhnke, Dr. Gregl, Dr. Schoberth, Dr. Collard, Dr. Clodius, Dr. Schneider e muitos outros (6) para defender os méritos da drenagem linfática através de trabalhos científicos. Este mutirão científico conseguiu transfomar a drenagem linfática de Dr. Emil Vodder de uma manipulação alternativa esquisita em um método comprovado pela ciência e reconhecido pela medicina.
O maior mérito deste feito cabe ao Prof. Dr. Johannes Asdonk. Ele não somente comprovou estatisticamente os resultados da drenagem linfática, mas também explicou cientificamente o porquê dos resultados. Ele conseguiu unir a prática de Dr. Vodder e seus discípulos com a ciência dos pesquisadores. Dr.Vodder era uma pessoa de intelligência rara, calmo e bondoso, mas realmente não era um guerreiro. Foi por uma feliz coincidência que Dr. Asdonk se interessou e levantou a bandeira da drenagem linfática manual. Sem a junção destes dois homens extraordinários, cada um do seu jeito, a drenagem de Dr. Vodder nunca teria deslanchado.
Em 1966 foi fundada a “Gesellschaft für manuelle Lymphdrainage nach Dr. Vodder” (Sociedade para drenagem linfática manual pelo método Vodder), que passou a chamar-se “Deutsche Gesellschaft für Lymphologie” (Sociedade Alemã de Linfologia) a partir de 1976. Em 1978 houve o “1º Kongress International der Gesellschaft für Lymphologie” (1º Congresso internacional da Sociedade de Linfologie) em Innsbruck, Áustria, no qual eu estava presente.
Dr. Vodder abriu pessoalmente os trabalhos do Congresso com uma retrospectiva sobre o desenvolvimento do seu método. Ele chamou sua primeira intuição da drenagem linfática de “visionária”, pois o que ele fez contrariava completamente todos os ensinamentos da época relativos aos gânglios linfáticos. “Por meio da razão, jamais conseguiria desenvolver a drenagem linfática manual” disse ele (7).
Prof. Albert Leduc
No ano 1977, a convite da FEBECO, desembarcou no Brasil o Prof. Leduc para dar um curso de drenagem linfática manual no Hotel Everest em Rio de Janeiro para esteticistas. Quem reuniu o grupo foi Mdme Klotz, na época presidente da FEBECO, posteriormente transformada em Associação de Estética do Rio de Janeiro.

Eu, Waldtraud Ritter Winter, esteticista, aprendi a drenagem linfática manual pelas mãos de Dr. Emil Vodder e sua mulher Estrid em Wiesbaden, Alemanha, no ano de 1969. Participei do curso no Rio para refrescar algumas questões e tirar algumas duvidas. Prof. Leduc, como eu ouvi da sua própria boca, era aluno de Dr. Vodder. Ele fez o curso depois de mim, provavelmente em 1970. O Curso que ele deu em 1977 no Rio tinha o título Drenagem linfática manual pelo método Vodder. Prof. Leduc era colaborador do Prof. Dr. Collard de Bruxelas. Dr. Collard já foi mencionado anteriormente como integrante do grupo dos cientistas em torno de Prof. Dr. Asdonk, o desbravador da drenagem de Vodder.
Durante o curso em Rio de Janeiro Prof. Leduc ensinou as manobras da drenagem exatamente como eu havia aprendido, portanto, pelo método Vodder.
No ano de 2001 fiz um outro curso de drenagem linfática com Prof. Leduc em São Paulo, desta vez, pelo método Leduc. Em vez de aprender alguma coisa inédita e nova sobre drenagem pude constatar que era simplesmente o método Vodder terrivelmente empobrecido. Vodder era detalhista, tratava todas as articulações minuciosamente, pois como fisioterapeuta ele conhecia os muitos problemas das pessoas idosas com estas partes do corpo. O livro de Leduc, Drenagem Linfática, Teoria e Prática, lançado em 2001 pela Editora Manole, tradução em Português, não traz nenhuma menção sobre a drenagem das articulações.
A parte teórica do livro Leduc mostra esquemas sobre o equilíbrio das pressões e a repercussão das pressões da drenagem linfática sobre a rede sanguínea, ambos conforme Kuhnke, citado na bibliografia. Kuhnke pertenceu ao ciclo cientifico em torno de Vodder, Leduc bebia então na fonte que se formou por causa do trabalho de Vodder.
Leduc mantém a seqüência proposta por Vodder de drenar as regiões proximais antes das distais, e também a drenagem de cada região de distal a proximal.
Conforme o livro, Leduc desobstrui os gânglios principais da região antes de encaminhar o fluxo linfático. Vodder já ensinava isso. Vodder começa toda drenagem linfática pelo pescoço, Leduc acha que, tratando-se de edemas muito distantes, as manobras sobre o ãngulo venoso não tem o poder de acelerar significativamente o fluxo linfático da perna.(8) Pode ser que ele tenha razão, porém quando eu recentemente fiz uma cirurgia no tornozelo, fiquei com o pé e a perna engessadas e, portanto sem acesso ao meu pé, que estava com edema importante. Ainda no hospital, ao manipular os ângulos venosos, sentia um movimento no meu pé, ao bombear os gânglios inguinais sentia o movimento mais nítido, quando trabalhava a fossa poplítea parecia mesmo haver uma bomba de sucção no meu pé.
Vodder tinha a opinião de que quando o banheiro está inundado a gente precisa limpar em primeiro lugar o ralo e depois mandar a água em sua direção. Eu concordo com ele e começo toda drenagem no ângulo venoso. Por outro lado, não acho que começar no pescoço ou deixar o pescoço sem fazer vai invalidar o efeito de uma drenagem bem feita. Acho muito pior quando alguém tenta esconder as origens do seu aprendizado e ainda muda o nome do método, pois Dr. Vodder não está mais entre nós para se defender. Eu acho, ele ia somente levantar os ombros num gesto resignado, pois ele definitivamente não era um guerreiro.
Földi
Földi também é um sucessor de Vodder. Assisti uma palestra sobre o método, seguida por uma demonstração prática durante o Congresso Les Nouvelles Estethiques. Isto deve ter sido em 2003, mas não tenho certeza da data. Em 2008 participei do curso Pós-Congresso do método Földi com Professor Didier que veio da Suíça.

As manobras de Földi são lentas, profundas, macias, lembram as manobras de Vodder, talvez são mais generosas, mais largas, menos minuciosas, com certeza elas funcionam. Não vi grandes diferenças nem na seqüência nem nos caminhos. Também, os caminhos da linfa não mudam desde que foram descobertos e explorados por Vodder e seus escudeiros.
Os Perigosos
Infelizmente existem “os perigosos”. Pessoas que não tem bases científicas, que não sabem nada sobre fisiologia e anatomia, não conhecem os caminhos linfáticos e não imaginam quão frágeis são os capilares linfáticos. Pessoas que não somente praticam, mas ensinam outros, os quais conseqüentemente se tornam também perigosos. Perigosos para as suas clientes que se tornam vítimas, e perigosos para a reputação de um método tão cuidadosamente construído por homens e mulheres importantes.

Por causa dos “perigosos” ainda existem médicos que não liberam seus pacientes para a drenagem linfática, e eles têm toda razão. Por causa dos “perigosos”, pessoas são lesadas. Os “perigosos” inventam a sua drenagem particular ou juram seguir um método, mas nunca o aprenderam. Existe um verdadeiro caos a respeito da drenagem linfática. Não existem regras, limites ou exigências. Os estrangeiros que vêm aqui para ensinar visam geralmente mais o dinheiro do que o ensino. Os profissionais que lotam esses cursos estão muito mais preocupados em colecionar certificados do que conhecimentos. Como se pode ensinar drenagem linfática em 8 horas para 80 pessoas?!!.
Bibliografia:
(1) WITTLINGER H. e G., Einfürung in die Manuelle Lymphdrainage nach Dr.Vodder, Band 1, Grundkurs, Haug Verlag, 1978
(2) Bulletin der 2. Arbeitstagung der Deutschen Gesellschaft für Lymphologie, 1987
(3) ASDONK Johannes, Manuelle Lymphdrainage, 1. Band, Haug Verlag 1970
(4) FÖLDI M., Manuelle Lymphdrainage, Haug Verlag 1970
(5) MISLIN H., Manuelle Lymphdrainage 1. Band, Haug Verlag, 1979
(6) Bulletin der 2. Arbeitstagung der Deutschen Gesellschaft für Lymphologie, 1987
(7) Lymphologisches Bulletin, Heft 1, Dr. Ewald Fischer Verlag 1979
(8) LEDUC Albert, Drenagem Linfática, Teoria e Prática, Editora Manole, 2000

Waldtraud Ritter Winter é formada em drenagem linfática manual por:
  • Dr. Emil Vodder, Wiesbaden, Alemanha (1969)
  • Deutsche Gesellschaft für Lymphologie Wiesbaden, Alemanha (1972)
  • Dr. Albert Leduc, Rio de Janeiro (1977)
  • Dr. Albert Leduc, São Paulo (2001)
  • Dr. Vodder Schule Walchsee, Austria (2002)
  • Professor Didier Tompson, São Paulo (2008)
  • Dr. Albert Leduc, São Paulo (2009)

Tantra Yoga

Tantra Yoga  



Tantra em sânscrito quer dizer urdidura, a trama do tecido, a trama de uma tapeçaria que se estende. Na verdade o Tantra nada tem a ver com super sexualidade, sexo sem limites ou qualquer coisa que sugira a promiscuidade sexual.
O Tantra é uma linhagem cultural com perfil iniciático que prescreve segredos com juramento de silêncio, fundamentada em habilidades profissionais que são transmitidas dentro da família. Esses ensinamentos estão de acordo com a filosofia do Yoga e é transmitido como herança e patrimônio dessa mesma cultura, especialmente para o fortalecimento da família econômica e espiritualmente.
O Tantra tem como princípio o culto do feminino, da Grande Mãe, buscando a manifestação psíquica da força do feminino dentro de nós, que na índia é simbolizado pela deusa Shakti. Esse movimento influenciou demasiadamente a religião, a ética, a arte e a literatura indianas.
Portanto, o Tantra se desenha através do tempo como uma outra e antiquíssima filosofia hindu, dentre tantas. O Tantra presa pela continuidade biológica e orienta a vida do casal e cada família possui seu próprio Tantra. O sexo entra como parte fundamental no estabelecimento das raízes dessa família, parte fundamental da vida de um casal. Por isso no Tantra o sexo também é ensinado como uma forma de trazer prazer e alegria ao seu companheiro ou companheira.
O Tantra nada tem a ver com a forma ocidental de ver e lidar com o sexo. No Tantra, o sexo é transmitido como um ato sagrado, encontro entre o deus (masculino) e a deusa (feminino). O sexo, na Índia, é visto antes de tudo como uma prática de elevação espiritual, e no Tantra podemos encontrar também a prática do maithuna, que é uma técnica que "ensina" o domínio dos apetites sexuais.
O mais importante aqui é o esclarecimento do que é o Tantra, pois hoje encontramos muitas armadilhas oferecendo técnicas miraculosas para o desbloqueio da repressão da energia sexual, problemas estes comumente encontrados dentro do consultório.
O verdadeiro conhecimento nos afasta da ignorância e dessas perigosas armadilhas, mais do que frequentes no mundo ocidental.
O QUE É TERAPIA MANUAL?



A terapia manual é uma parte da fisioterapia onde o fisioterapeuta aprende a avaliar como um todo seu paciente, avaliando a dor e disfunção, detectando anormalidades do movimento, testando tecidos estruturais anatômicos e formar um programa de tratamento relacionado diretamente com os achados da avaliação cumprindo seu objetivo.
Os terapeutas manuais utilizam suas habilidades de avaliação, conhecimento de anatomia, biomecânica, fisiologia, ergonomia, etc, para relevar a importância de cada componente de hipótese de trabalho da causa do problema do paciente.
O sistema músculo - esquelético é dividido em 3 partes: o sistema muscular, o sistema articular e o sistema neural. Para cada sistema existe um tratamento diferente, e a terapia manual provém de ferramentas próprias para detectar cada tipo de problema.
A terapia manual não é apenas uma especialidade para utilização de apenas técnicas de mobilização passiva, os terapeutas manuais utilizam inúmeras técnicas e procedimentos como massagem de tecidos moles, facilitação neuromuscular proprioceptiva, eletro, análise ergonômica, exercícios para melhora da força, coordenação, endurance, flexibilidade, estabilização segmentar, manipulação de alta velocidade, mobilização articular e mobilização neural.
Competência é definido como "capacidade ou habilidade suficiente, conhecimento, bom nível de experiência, qualificação adequada, mas não excepcional". Para ser um bom fisioterapeuta, temos que saber analisar os três sistemas musculoesqueléticos: sistema muscular, sistema articular e também o sistema neural.
"Eu sinto que a terapia manual irá preparar nossos futuros fisioterapeutas para possuir boa habilidade de raciocínio clínico para rapidamente identificar os problemas do paciente, suas importâncias e necessidades tratando os diagnósticos diferenciais" (FARREL, J., p. 5, 1996)

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Yoga com Koruntas

O Yoga surge com uma nova tecnica, com o uso de cordas as Koruntas



 




Koruntas


Koruntas significa em sua raiz marionetes e entende-se que desde a antiguidade vários yogues faziam asanas em cordas e suportes nas florestas. As koruntas criam variações muito boas para asanas e podemos extrair benefícios grandes com o poder de tração e alavanca que acionamos ao usar as mesmas corretamente.

Massagens Orientais 3

Neste estilo de massagem o(a) praticante desliza com os pés sobre o corpo do paciente untado com óleos medicinais. Para o equilíbrio durante as manobras, ele(a) se apóia em uma corda que pende do teto. A pressão do peso do(a) praticante ao deslizar com o pé, relaxa os músculos e libera o fluxo energético.


Chavutti
   Esta arte de massagem, típica do Kerala no sul da India, encontra-se associada a três outras tradições: o Kalaripayattu (arte marcial indiana), o Kathakali (dança clássica) e o Ayurveda (sistema de medicina indiana). Em Kalaripayuattu, assim como no Kathakali exige-se dos praticantes excelente forma física, flexibilidade, resistência e soltura.

O Chavutti Thirummal se originou entre os praticantes destas duas artes afins. Eles recebem ao longo de seu treinamento e condicionamento físico massagem com regularidade para abilitá-los aos difíceis e puxados movimentos. De todos as formas de massagem, Chavutti é a que pode proporcionar pressão mais profunda com uniformidade. Neste estilo de massagem, o terapeuta desliza com os pés sobre o corpo do paciente untado com óleos medicinais. Para seu equilíbrio durante as manobras, ele se apóia em uma corda que pende do teto. A pressão do peso do praticante ao deslizar com o pé relaxa os músculos e libera o fluxo energético.

Do praticante desta modalidade de massagem é exigido coordenação, equilíbrio e preparo físico, além de grande sensibilidade com os pés aliada ao domínio do uso de seu peso para gerar uma pressão adequada e uniforme no deslizar constante pelo "circuito do corpo."